A celebração cristã sadia no equilíbrio entre sentir e pensar: breve labor exegético no texto de Lucas 22.14-23
Palavras-chave:
Sagradas Escrituras, Liturgia, Celebração, Evangelho, BíbliaResumo
A argumentação sobre a celebração na igreja cristã sadia flui na reflexão a respeito do equilíbrio entre sentir e pensar. O nosso relacionamento com o divino é serviço, é culto, portanto, é liturgia. O ato litúrgico implica em sentir e pensar, em ato e fé. O texto das Sagradas Escrituras conduz a um fundamental papel das igrejas, no sentido de despertar a realidade do ato de reunir o povo de Deus. A igreja sempre valorizou as normas como se deve celebrar a liturgia, mas há de se pensar se há o esquecimento de como conduzir o povo na celebração ao Deus Trino. Há uma necessária justificativa a respeito do que realmente entusiasma um cristão a celebrar o seu criador e salvador. O alvo é animar os fiéis a participação nos cultos das igrejas e a ter o sacramento como verdade e não mera abstração ou exercício ritualista vazio de significado.
Referências
ALAND, Barbara (et. al. eds.) O Novo Testamento grego – 5ª. edição revisada. Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2018.
BAUMAN, Zygmunt. A vida fragmentada: ensaios sobre a moral pós-moderna. Lisboa: Relógio D’Água, 1995.
BROWN, Colin e COENEN, Lothar. Dicionário Internacional de Teologia do Novo Testamento. São Paulo: Vida Nova, 2000.
BRUCE, F. F. The epistles to the Colossians, to Philemon, and the Ephesians: The International Commentary on the New Testament. Michigan: Eerdmans Publishing/ Grands Rapids, 1984.
CHAMPLIN, R. N. e BENTES, J. M., Enciclopédia de Bíblia, Teologia e Filosofia. São Paulo: Candeia, 1995.
DANKER, Frederick W. A Greek-English lexicon of the New Testament and the other early Christian Literature (BDAG). Chicago: The University of Chicago Press, 2000.
FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Dicionário Aurélio Básico da Língua Portuguesa. São Paulo: Editora Nova Fronteira, 1995.
JAMIESON, R., FAUSSET, A. R., & BROWN, D. Commentary Critical and Explanatory on the Whole Biblie (1871). Oak Harbor, WA: Logos Research Systems, Inc., 1997
FORTE, Bruno. A essência do cristianismo. Petrópolis: Vozes, 2003.
FRANCISCO, Papa (Jorge Mario Bergoglio). Lettera Apostolica: Desiderio Desiderav i del Santo Padre Francesco.
LIDDELL, H. G. e SCOTT, R. A greek-english lexicon. New York: Clarendon Press-Oxford, 1996.
MERK, Agostino e BARBAGLIO, Giuseppe. Nuovo Testamento: grego e Italiano – Testo Critico. Bologna, It: Edizioni Dehoniane Bologna, 2010
Nestle-Aland. Novum Testamentum Graece – 28ª edição revisada. Stuttgart: Deutsche Bielgesellschaft, 2012; São Paulo: SBB, 2018
ROBERTSON, A.T. A grammar of the Greek New Testament in the light of historical Research, 4a. edition. Nashville: Broadman, 1934/Ninth Printing, 2017.
RUSCONI, Carlos. Dicionário do grego do Novo Testamento. São Paulo: Paulinas, 2003.
SHEDD, Bíblia. Bíblia traduzida em português por João Ferreira de Almeida – 2ª. edição Revista e Atualizada no Brasil. São Paulo: Vida Nova; Brasília: SBB, 1997.
VANHOOZER, Kevin. Há um significado neste texto? Interpretação bíblica: os enfoques contemporâneos. São Paulo: Vida, 2005.
VEITH Jr. Gene Edward. Tempos pós-modernos: uma avaliação cristã do pensamento e da cultura da nossa época. São Paulo: Cultura Cristã, 1999
WALLACE, Daniel B. Gramática Grega: uma síntese exegética do Novo Testamento. São Paulo: IBR, 2009.